Breve comentário sobre Valente

créditos: falamamae.com

Ontem assisti o novo filme da Pixar, Valente, e gostaria de deixar registrado algumas anotações mentais que tive. Ainda me sinto uma herege por não ter comentado sobre meu filme favorito, Toy Story, mas para falar dele eu deveria me organizar para escrever um post digno de sua grandeza (sim, eu amo muito esse filme).

Enfim, adorei Valente. É raríssimo ver histórias de mulheres cuja vida não gire em torno de um amor, ou de conseguir um amor. Nas histórias de princesa então, é praticamente inexistente. Até mesmo as princesas mais prafrentex, como Ariel e Mulan (que, tecnicamente, não é uma princesa), só conseguem um final feliz com a presença de um amor.

Merida é bem jovem e é retratada como tal. Não é boazinha e sensata o tempo inteiro, tem seus impulsos e desabafos que revelam sua imaturidade e inocência em relação a algumas coisas, o que é esperado de qualquer adolescente. Em muito ela me lembrou a Ariel (creio que a comparação é inevitável, por causa dos longos cabelos ruivos), que era também bastante impulsiva, destemida e, por vezes, infantil.

créditos: fanpop.com

O que mais me chamou a atenção em Merida é que ela sabe bem o que não quer para seu futuro e não tem medo de peitar a sociedade com suas atitudes nada “femininas”. Ela não se identifica com o papel de princesa perfeita que sua mãe impõe e (pasmem) não quer se casar. Para mim, esse é o motivo que diferencia Merida das outras princesas. Ela não sonha com o verdadeiro amor, não se sente pronta para casar e admite que não sabe se algum dia se sentirá pronta.

É bom ver que o dilema da protagonista não é sobre a procura do amor, mas sim de seu próprio destino. É uma mensagem libertadora para as meninas. Por esse motivo, considero o filme feminista e passa no Bechdel Test.

Voltando às comparações, outra princesa que me veio à cabeça foi Mulan. Ela também é destemida e mostrou-se tão capaz quanto os homens na luta e no empenho com armas. É forte e enfrentou uma sociedade que a limitava como mulher, pois também não se alegrava com o destino de ser preparada para ser uma esposa perfeita. Outro motivo (meio besta) para lembrar de Mulan foi o fato de as duas terem cavalos pretos.

créditos: comicvine.com

Atenção, os comentários seguintes contém revelações do enredo (spoilers). São mínimos, mas se não quiser saber de nenhum detalhe a mais sobre o filme, pare de ler aqui.

Outro filme lembrado foi Sexta Feira Muito Louca (baseado em um livro de mesmo nome), pelos conflitos entre mãe e filha e pela jornada que elas devem passar juntas para resolver o dilema principal, a troca de consciências. Devo dar o crédito dessa comparação ao meu namorado, Estêvão, que assistiu o filme comigo.

créditos: revistadatv.blogspot.com

Estêvão também fez uma observação crítica, sobre a única personagem gordinha servir de alívio cômico o tempo inteiro. No final ela é “recompensada”, isto é, consegue um par romântico bem atraente. Esse detalhe pode passar desapercebido, mas ainda assim é bem desnecessário.

Outra comparação com a Pequena Sereia, que eu achei melhor deixar para a área de spoilers, é a cena na casa da bruxa. Tudo bem que a bruxa de Valente não tem nada a ver com a Úrsula, já que não é vilã, mas quando chega a parte do feitiço, lembrei direto do caldeirão borbulhante da Úrsula e o jeito como mudava de cor a cada ingrediente.

Ainda sobre a bruxa. A cena do “caldeirão 0800” (disque 2 para opção X, 3 para opção Y, etc.) é, felizmente, a única feita para avacalhar os contos de fadas. Não que eu não goste das paródias, como Shrek, mas é que essa fórmula de piada já cansou (pelo menos eu me cansei de ver isso em todo filme recente de contos de fadas). O filme consegue ser bem engraçado sem apelar para a paródia.

Os personagens homens são um pouco superficiais em geral, mas responsáveis pela maioria das piadas do filme. Ponto para o pai da Merida e para seus três irmãos fofinhos.

créditos: lumi7.com.br

Enfim, acho que esse não foi um breve comentário, mas como são minhas primeiras impressões do filme, podem mudar.

P.S. 1:  o curta La Luna também muito fofo e tudo a ver com a mensagem do filme, sobre procurar sua própria identidade.

P.S. 2: a melhor cena cômica com certeza foi a corda improvisada feita de kilts.

P.S. 3: babei nos lindos cabelos da Merida.

scottishactors.blogspot.com

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Polêmicas de domingo

O assunto mais popular de hoje é, sem dúvida, a entrevista da Xuxa no Fantástico. Não vou falar sobre o comportamento da Xuxa na entrevista, nem sobre o sensacionalismo do Fantástico, pois foram temas muito explorados em redes sociais e blogs, e eu não teria nada a acrescentar a essas críticas (algumas muito boas por sinal).

Vou comentar sobre dois pontos que mais me incomodaram nisso tudo, um bastante comentado, outro não.

1- As reações das pessoas ao relato de abuso sexual;

2- O julgamento pelo filme porno (sic) em que ela contracena com um menino de 12 anos.

Infelizmente, não estou surpresa com a quantidade de comentários maldosos e/ou moralistas a respeito da declaração da Xuxa sobre ter sofrido abuso sexual na infância. É comum desconfiar da vítima do abuso, ou de culpá-la por ter sido abusada.

Muitos criticaram a Xuxa por ter exposto a situação agora, com 49 anos, e que teria sido melhor ela ir ao analista. Deixando um pouco de lado o sensacionalismo da Globo, que está lucrando muito com essa entrevista, eu me pergunto: não se deve falar sobre o abuso sexual infantil na mídia? O que se critica tanto afinal, o sensacionalismo ou o abuso sexual como assunto em pauta?

Achar que o ideal é guardar situações de abuso sexual como segredos sujos, trancados a sete chaves para não mancharem a honra da vítima, é algo cabuloso para mim. É muito cômodo fingir que estupros só ocorrem com quem se submete, ou com quem “merece”. Essa falta de empatia com as vítimas contribui para o silêncio das mesmas, para a estigma de sujeira e desonra. Se toda vez que um caso de abuso surge na mídia a vítima for desmerecida pelas pessoas, que recado é passado para nós? Em caso de abuso, fiquem quietos para não serem julgados (leia-se, diminuídos/humilhados) pelo senso comum.

Ela demorou para contar? Não se lembra do primeiro abusador? Não se comportou como vítima de abuso? Isso não é motivo para desmerecer o testemunho de qualquer vítima, muito menos para julgá-la. Não há um padrão de comportamento para vítimas de estupro. Respeitem isso e tenham mais empatia, por favor.

Apesar do sensacionalismo, falar sobre abuso sexual é sempre positivo. É preciso sair da zona de conforto e pensar no que pode ser feito para evitar o abuso sexual. Individualmente não é preciso fazer muito não, basta ouvir e não duvidar de cara do que uma criança tem a te dizer, por exemplo. Oferecer um ombro amigo, mostrar apoio, não julgar.

 

Ok, sobre o tão falado “filme pornô” da Xuxa. Primeiramente, seria bom falar um pouco sobre a Pornochanchada, muito comum na década de 70 no Brasil. Pornochanchada é um tipo de filme erótico softcore, ou seja, não há cenas de sexo explícito.

Correção 24/05/12: o filme Amor, Estranho Amor não entra no gênero pornochanchada, é um filme com cenas eróticas apenas. De qualquer modo, não há sexo real entre os atores.

Todos amam falar da Xuxa, mas outros atores famosos participaram das pornochanchadas, embora neguem. Alguns nomes: Antônio Fagundes, Nuno Leal Maia, Ney Latorraca, Marília Pêra, Sônia Braga, Vera Fischer, etc.

O filme Amor, Estranho Amor (1982), contava com atores famosos, como Tarcísio Meira, Mauro Mendonça e Vera Fischer. Apesar de ter sido lançado em 1982, o filme foi filmado em 1979, quando Xuxa tinha 16 anos.

Além da cena erótica com Xuxa, o menino também fez uma cena erótica com Vera Fischer, que interpretava sua mãe. Disso ninguém fala, né? Também não falam que o menino fez uma pornochanchada antes, Eros, o Deus do Amor. Entrevista com ele aqui.

Eu sou veementemente contra filmes que erotizam crianças, e acho bom que hoje em dia tais filmes sejam vistos com estranhamento e espanto, mas acho de uma ignorância tremenda sair por aí dizendo que a Xuxa é pedófila. Ela também era menor de idade da época e foi erotizada, e os verdadeiros responsáveis são os idealizadores do filme, não é mesmo? Se a indignação geral fosse séria, não colocariam a culpa na Xuxa, mas sim em quem fez o filme.

Vale lembrar também que isso não aconteceu só aqui no Brasil. Sabem a Brooke Shields, de A Lagoa Azul? Sua carreira despontou com o filme Pretty Baby, em que ela interpreta a filha de uma prostituta que tem a virgindade leiloada com 12 anos de idade (mesma situação da personagem de Xuxa em Amor, Estranho Amor). O filme causou polêmica por mostrar uma menor  de idade nua.

Se preocupar com a erotização infantil vai muito além de chamar a Xuxa de pedófila, gente. Tó aí um site sobre o tema: Diga Não À Erotização Infantil.

Obs.: uma crítica realmente construtiva sobre a Xuxa em si, seria em relação a erotização promovida em seu programa infantil, por exemplo. Só não é tão apelativo quanto dizer que ela é pedófila…

 

 

Friendzone? Machismo pouco é bobagem…

Friendzone, ou Zona da Amizade, é um termo muito usado para definir uma espécie de “limbo” dos relacionamentos, quando um dos envolvidos quer um romance com o outro, que, por sua vez,  só o vê como amigo. Não ser correspondido é uma experiência ruim, mas faz parte da vida,  não é mesmo? Ao que parece não, o que deveria servir como forma de lidar com as frustrações da vida acabou se tornando um círculo vicioso de vitimização e egoísmo.

Conheci um cara legal. Mais um troféu para minha zona da amizade.

O termo ganhou popularidade na série Friends, e desde então tem sido usado com frequência, especialmente por homens. O filme “Apenas Amigos” conta a história de um homem que foi friendzoned por sua melhor amiga na época do colégio, retornando à cidade 10 anos depois, cheio de rancor e pronto para mostrar a ela que é um outro homem, não mais o amigo companheiro e sensível de outrora. Vou usar esse filme como exemplo para explicar o porquê de a Friendzone ser um conceito machista, assim como sua relação com a cultura de estupro. ATENÇÃO! Abaixo há spoilers (revelações do enredo) do filme.

O filme começa com o personagem do Ryan Reynolds ainda adolescente, prestes a se formar na High School, escrevendo uma declaração de amor à sua amiga, personagem de Amy Smart. Graças a um descuido, a declaração cai em mãos erradas e ele é ridicularizado por colegas, enquanto a moça explica que só gosta dele como amigo. Magoado, o adolescente sai da cidade, dizendo que “um dia será alguém”.

O tempo passa e 10 anos depois, por acaso, ele volta à cidade. Perdeu alguns quilos, virou mulherengo (no more Mr. NiceGuy) e tem um bom emprego (e acha que vai impressionar sua velha amiga se agir feito um riquinho arrogante que trabalha com celebridades). Durante todo o filme, ele se comporta como uma criança mimada, querendo sair da zona da amizade de qualquer jeito, competindo com outro cara que também tem interesse pela moça. Em nenhum momento, e é bom frisar isso, ele se importa realmente com ELA, mas sim em conquistá-la, como se ela fosse um prêmio merecido pelo tempo que ele passou gostando e sofrendo por ela. Em um ponto do filme, ele chega a culpá-la pelo seu sofrimento amoroso, como se ela tivesse a obrigação de aliviar seu desejo.

Como toda comédia romântica, eles ficam juntos no final, mas só após ele pedir desculpas pelo comportamento infantil e demonstrar seu amor de forma sadia e normal.  Uma cena final, com três crianças, dá a entender que o drama da zona da amizade acontecerá outra vez, onde um menininho entrega seu biscoito à amiga, que agradece e dá o biscoito a outro menino. O menininho percebe que a menina só o vê como amigo e diz “oh não!”.

Por que friendzone é machismo?

1- Vilaniza mulheres por terem direito de escolher seus parceiros amorosos/sexuais;

2- O homem vê a mulher como um objeto de seu merecimento, e não como um ser humano complexo, com vontade própria e desejos;

3- O homem se sente injustiçado ao não ter seu bom comportamento reconhecido e recompensado. Ser “bonzinho” só para ter algo em troca é nojento. Se é tão ruim assim ser amigo da mulher desejada, é porque não é amigo dela, nem se importa com ela, só com o ego masculino ferido.

O que isso tem a ver com a cultura de estupro?

Tudo a ver. Mulher objetificada é mulher sem voz, sem vontades. O corpo da mulher é considerado público, à disposição de qualquer homem que se sinta merecedor. A partir do momento em que a mulher ganha voz e passa a decidir com quem transar, o homem machista se sente ameaçado. Lembremos que estupro não é um ato sexual, mas sim de dominação e poder. Friendzone nada mais é do que um discurso machista para julgar mulheres por seus desejos e escolhas, querendo colocá-las em “seu devido lugar”.

Atualização: devido a alguns questionamentos nos comentários, resolvi esclarecer alguns pontos que ficaram soltos e mal explicados.

E se gostarmos um do outro, mas ambos acharmos estar na zona da amizade?

Friendzone é o limbo dos relacionamentos, aquela situação de amor platônico, onde uma pessoa quer um relacionamento amoroso e a outra não. Essa situação se torna especialmente ruim porque as partes envolvidas não saem da situação, por algum motivo. Uma das reclamações mais frequentes é que o amigo desejado não expressa sua recusa, prendendo o amigo apaixonado na friendzone. Se houvesse um “não”, um “eu não tenho atração por você” ou “eu não gosto de você dessa forma”, a situação estaria resolvida. Isso não é o que eu critico aqui, gente. Acho que não ficou claro antes. Um artigo bom sobre o tema: 7 motivos pelos quais você foi colocado na friendzone.

Enfim, a minha crítica é sobre a deturpação desse conceito em um espiral sem fim de mimimis de quem não aceita “não” como resposta, ou se sente injustiçado por ser recusado por alguém. Vê-se memes vilanizando mulheres que recusam ter um relacionamento amoroso com amigos. Não se trata da friendzone como limbo, já que a recusa é clara. O que incomoda, nesses casos, é que a mulher tenha liberdade de escolher seus parceiros amorosos/sexuais. Memes e tirinhas explicando a grande injustiça que é ser um cara legal e não ser correspondido, enquanto a garota escolhe outros caras para namorar. Como se a garota não tivesse o direito de escolher seus parceiros. Uma coisa é a mulher agir de forma dúbia, para usar o amigo de massageador de ego (um dos problemas da friendzone), a outra é haver uma recusa clara e ser chamada de vadia por ter dito não (a friendzone deturpada e machista).

Essa é grande: Uma mulher tem um amigo próximo. Isso significa que ele provavelmente está interessado nela, já que está sempre por perto. Ela o vê somente como amigo. Isso sempre começa com um “você é um ótimo rapaz, mas eu não gosto de você desse modo”. Essa situação é aproximadamente o equivalente a um cara ir a uma entrevista de emprego e a empresa dizer: “você tem um ótimo currículo e todas as qualificações que nós procuramos, mas não vamos te contratar. Vamos, ao invés disso, usar seu currículo como base para comparar os outros candidatos. Mas vamos empregar alguém menos qualificado e provavelmente alcoólatra. Se não funcionar, vamos contratar outra pessoa, mas não você. Nós nunca iremos te contratar, mas te chamaremos eventualmente para reclamar sobre a pessoa que contratamos.

Vejam só: nessa situação HÁ recusa. A mulher diz que não gosta dele “desse modo”, que é um eufemismo para dizer que não se sente atraída. O que ocorre depois? O cara compara um fora a uma recusa de emprego. Como assim, Bial? Só eu acho isso bizarro?

O mais assustador não é isso, é ver que um dos comentários que ganhou mais likes foi este:

Se ela te colocar na zona da amizade, coloque-a na zona do estupro!
(Clique na imagem para ir ao site)

Um exemplo bem explícito do desrespeito ao “não” de uma mulher. Ver o estupro como vingança, mesmo que em forma de “brincadeira”, é perigoso. É a consequência mais grave desse tipo de pensamento, de não considerar a mulher como sujeito de vontades e escolhas.

Ela diz que você é o homem perfeito, mas ainda escolhe cafajestes ao invés de você. Não há como explicar isso.

Só eu acho muito conveniente se auto-declarar “bonzinho” e chamar todos os outros de “cafas”?

2012 – Filme

Ontem fui ao cinema ver o mais novo filme-catástrofe de Roland Emmerich e posso afirmar que se vocês já viram outras produções desse cineasta, como O Dia Depois de Amanhã ou Independence Day, não vão se surpreender muito com 2012, que segue a mesma linha de destruição global.

2012 é um ótimo filme para assistir com os amigos, dar risadas e esquecer dos problemas. Não é necessário pensar muito para entender a história, que gira em torno de problemas familiares e conspirações governamentais que já vimos em outros filmes do gênero. O que mais chama a atenção no longa são as situações absurdas e os momentos cômicos que surgem nas horas mais impróprias, quebrando o clima de tensão e drama das cenas.

Faltou criatividade nas cenas de fuga, que se repetiam ao longo do filme. Perdi a conta de quantas vezes eles tiveram que fugir de carro enquanto o chão se abria atrás deles, para depois pegarem um avião, desviando de prédios e monumentos históricos. A duração de quase 3 horas também foi um grande defeito, principalmente pra quem não é muito fã de filmes – catástrofe. As situações altamente forçadas – rosquinha gigante rolando no meio da rua, teto da Capela Sistina, atitude do presidente dos EUA e as fugas da família Curtis – chegam a ser cômicas e dão vergonha alheia.

O filme focou-se muito na situação política presente e não abriu espaço para a história que deu origem ao filme: o calendário Maia e as teorias secundárias. Quem pesquisa um pouco sobre o assunto sabe que as teorias apocalípticas para 2012 são muito ricas culturalmente e dariam uma ótima base se fossem melhor aproveitadas. O calendário de Conta Longa, o I Ching, os mitos Hopi e o WebBot são as principais fontes da teoria de 2012 e mal foram citadas no filme (webbot nem chegou a aparecer). Quase 3 horas de filme mal aproveitadas, na minha opinião.

Apesar dos poréns, 2012 não deixa a desejar em sua proposta. Há muita destruição, frases de efeito e uma liçãozinha moral no final. É um filme que sacia o nosso desejo milenar de ver o mundo indo pelos ares.

PS: Não se empolguem muito com a cena do Cristo Redentor dos trailres e posters.

Toy Story 3!!!

Eu amo Toy Story desde pequenininha! Nunca me canso de ver os 2 filmes, e agora vêm o TERCEIRO!

Eu estou acompanhando a produção do filme desde 2006 e mal me aguento de curiosidade! Estou confiando MUITO na Pixar, não quero ver a trilogia acabando com um filmeco tosco e bobolento!

Amei o trailer, me emocionei porque cresci com o filme e me identifiquei com a nova fase de Andy.

Como é bom sentir saudades de um tempo em que as minhas maiores preocupações eram os temas de casa…